domingo, 17 de novembro de 2013

Bate papo WEB 2.0

“Tenho andado muito entretidaaaaa, com o entretenimentooooooooooooooo participativoooo. Já nem sequer penso em tiiiiiiii. 

O HTML é como uma prece que recebo por RSS, repleto de hiperligações sem fimmmmmmm. 

Já não sou mais um destroço, ligo-me à net sempre que possoooooo, seja em casa ou na ruaaaaaaaa. 

Se antes recebia informação, agora partilho em alta resoluçãooooooooooo... Ser de ti especialista é a última coisa que querooooooo, prefiro ser uma surfistaaaaaa, da web dois ponto zerooooooo...” 

(Bolero Web 2.0 - João Pedro da Costa, adaptado por Alê, euzinha, rs)

Rs, ainda bem que essa cantoria foi na Web 2.0, imaginem se resolvo sair cantando por aí? kkkkk.
Depois de quase 15 dias sem escrever aqui no nosso Blog, estou de volta. Agora com um novo atrativo, cantando bolero, rs. Genteeeeee!!! Como já dizia a propaganda do “falecido” Bamerindus: “o tempo passa, o tempo voa...”. Nesse nosso intervalo mil e uma coisas aconteceram, na vida real e no ciberespaço também, claro. Se fosse colocar aqui todas as informações que circularam nestes dias que me encontrei “off” passaria o resto dos meus dias a escrever e certamente não conseguiria  pegar o “trem”.  


Por isso, deixemos de rodeios e vamos direto ao tema da semana: 


Companheiros, trabalho há quase 10 anos em uma grande instituição financeira do nosso país, cujo nome também está relacionado a este. Pois bem, o que isso tem haver com a Web 2.0? Tudoooooo!!!! 

Hoje, para conseguir manter-se de pé no mercado, cada vez mais competitivo, as empresas têm que andar atualizadíssimas, ou então ficam para trás. Por isso os ambientes empresariais há muito deixaram de ser restritos as paredes físicas e passaram a percorrer, também, as “paredes” virtuais.

Foi no meu trabalho que “vi” (digo vi porque me é impossível ouvir) pela primeira vez o termo Web 2.0. 


Tivemos até que fazer um curso interno de atualização. E agora, na aula do mestrado, me vejo mais uma vez em meio a esse termo. Concluo que para seguir preciso ficar literalmente 2.0! Pois bem, como ficar aqui divagando sobre, sem explicar nada, não nos levará a lugar algum, então vamos bater um papinho sobre o que é mesmo essa tal de Web 2.0.


Segundo informações constantes na Wikipédia, a Web (World Wide Web ), que em português significa "teia mundial", também conhecida como WWW, é um sistema de documentos em hipermídia (hipermédia) que são interligados e executados na Internet.
Alex Primo, no artigo intitulado "O aspecto relacional das interações na Web 2.0", define esta como a “segunda geração de serviços da rede, caracterizada por ampliar as formas de produção cooperada e compartilhamento de informações online”. Para ele a Web 2.0 tem dois aspectos fundamentais que se complementam: o tecnológico e o relacional.


No site do Brasil Escola, que tem vários textos interessantes sobre temas variados, encontrei um resumo sobre a Web 2.0 bem simples e de fácil interpretação.  Lá, assim como no texto de Primo, encontramos que o conceito para o termo Web 2.0 foi “criado” em 2003 por Tim O’Reilly, que a definiu como “a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma”.



Vale destacar que as mudanças não se referem à atualizações  técnicas específicamente, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por usuários e desenvolvedores, ou seja, o ambiente de interação e participação que hoje engloba inúmeras linguagens e motivações. Para O’Reilly (2005) não há como “demarcar precisamente as fronteiras da Web 2.0”.
A principal característica dessa mudança na internet, com o advento da Web 2.0, é o aproveitamento da inteligência coletiva!!! Uma vez que a base desta está em uma rede de informações onde cada usuário pode usufruir e contribuir. 

Cita como exemplo a Wikipédia, que eu tantooooo utilizooooo, rs.


Pessoas, vejam que, tecnicamente falando, a Web continua como sempre foi, mas o que mudou mesmo foi a forma como utilizamos e interagimos neste ambiente. Ou seja, a Web 2.0 nada mais é do que uma “nova” forma de utilização e interação dos recursos disponíveis na Web.


Bem, vou ficando por aqui. Lembrando que no Bom para LER, aqui ao lado, temos todos os textos citados, para quem desejar dar uma aprofundada no tema. E vale a pena viu, porque nessa "era" de 2.0, temos que literalmente correr atrás...
 da...

Simulação, Realidade Virtual e Fisioterapia


Olha eu aqui de novo!!!! Pois é, depois de tanto tempo sem escrever estou voltando com todo gás. 

Essa semana teremos duas aulas ministradas pelos próprios alunos no mestrado de Educação da UFBA. Por isso temos dois assuntos em pauta: Web 2.0 e Simulação. O primeiro já falamos acima, e agora vamos conversar um pouco sobre o segundo.



Consultando o Dicionário, versão impressa, encontramos a seguinte definição para simulação: fazer aparecer como real uma coisa que não o é; fingir.. De acordo dados da Wikipédia, em computação simulação consiste em empregar formalizações em computadores, tais como expressões matemáticas ou especificações mais ou menos formalizadas, com o propósito de imitar um processo ou operação do mundo real. Desta forma, para ser realizada uma simulação, é necessário construir um modelo computacional que corresponda à situação real que se deseja simular.




Dentro desse contexto de simulação computacional encontramos inserida a realidade virtual, também chamada de Holografia, e/ou ambiente virtual. É definida como uma "tecnologia de interface avançada entre um usuário e um sistema computacional,  com intuito de "recriar ao máximo a sensação de realidade para um indivíduo, levando-o a adotar essa interação como uma de suas realidades temporais".  (Wikipédia)



Em virtude dessa técnica ser realizada em tempo real de modo a favorecer a plena percepção do usuário, essa técnica passou a ser utilizada para fins terapêuticos, a exemplo da Fisioterapia. Destacando que pode ser utilizada para inúmeras finalidades, mas ressaltarei aqui especialmente para pacientes neurológicos, com graves restrições motoras, a exemplo de crianças com Paralisia Cerebral.

Gente, o tema é bastante amplo, por isso me comprometo a abordá-lo de forma mais aprofundada posteriormente. Sugiro, e disponibilizo aqui na coluna lateral, no Bom para LER, uma dissertação de Pós-graduação em Fisioterapia da UFPE, que fala sobre a aplicação da realidade virtual no tratamento de distúrbios posturais em crianças com Paralisia Cerebral.





Vejam, abaixo, um vídeo falando sobre a aplicação da Realidade virtual no tratamento fisioterapêutico. Infelizmente não achei nenhum vídeo desse tema legendado em português, por esse motivo o vídeo abaixo não tem legenda, estarei procurando ver se encontro outro vídeo legendado para substituir, posteriormente.



Pessoal, percebamos como a tecnologia pode ser utilizada de milhares de formas, e pode ser um grande diferencial na vida de muitas pessoas, a exemplo da Tecnologia Assistiva que vem fazendo toda uma diferença na vida diária e na inclusão de pessoas com deficiências. Vale a pena ler um pouco mais sobre o tema. Sugiro visitarem o site do Professor Teófilo Galvão, lá tem um montão de informações úteis, disponíveis em livros, artigos e textos. O endereço para acessar o site é: http://www.galvaofilho.net/